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A História dos Vestidos

(LÍVIA MONTEIRO)


 

Independente da ocasião, existe um vestido ideal para seu estilo e para o seu tipo de corpo. O que sempre deve ser levado em consideração é a elegância, o conforto e a harmonia do visual.

(Autor desconhecido)

 

Por isso o vestido é uma das peças mais adoradas pelas mulheres e é presença garantida em quase todos os guarda-roupas femininos. Mas como surgiram os vestidos?

 

"Na pré-história, a humanidade já começa a se proteger das condições do meio ambiente usando peles de animais. Quando esta prática se torna um hábito, surge a necessidade de fixar estas peles ao corpo para libertar os movimentos e considero esta evolução como o início da produção de roupas.

Mas só a partir do século XVIII, depois da revolução francesa, quando ricos e pobres passam a se vestir de forma mais despojada e parecida, é que podemos dizer que o vestido passa a ser considerado como nos dias de hoje, uma peça exclusiva do vestuário feminino."

(Telma Barcellos)

 

Em muitos momentos a história dos vestidos se confunde com a história da saia. No fim do século XIX, os vestidos ganham novas possibilidades de criação com a invenção da crinolina, armação que dava forma e volume às roupas das mulheres.

 

Até 1870 as cores dos vestidos eram mais neutras e os comprimentos eram mais longos. Mas ao longo desta década, cores mais vibrantes, tecidos mais fluídos e estampados começam a surgir no dress code feminino da época.

No início do século, ainda em forte sintonia com o conceito de feminilidade romântico do século anterior, os vestidos ainda eram feitos com muita renda e estampas bem delicadas.

A década de 20, com seus elementos que encantam as pessoas até os dias de hoje, trouxe um pouco mais de ousadia para a moda feminina. Os vestidos passam a mostrar os tornozelos das mulheres! A cintura era pouco ou quase nada marcada e o comprimento era um pouco abaixo do joelho. Estes modelos eram bem mais confortáveis que os vestidos pesados, com armações, das décadas anteriores.

Os vestidos dos anos 40 também tinham o comprimento um pouco abaixo dos joelhos, mas agora os modelos não tinham mangas longas e valorizam o colo das mulheres, com um toque a mais de sensualidade.

Os vestidos tomara que caia, por exemplo, surgiram em 1946. O figurinista Jean Louis criou um tomara que caia em cetim para a atriz Rita Hayworth, estrela do filme Gilda.

Alguns anos mais tarde, em 1950, o estilista Balenciaga desenhou um modelo com busto e cintura bem justos e com a saia bem rodada. O volume nas saias dos vestidos, a cintura marcada e as estampas delicadas, como os poás, foram presença garantida na moda dessa década.

 

Os anos 60 trouxeram junto com a minissaia o mini vestido. O modelo era uma febre entre as mulheres, chegando até a ser usado por noivas em cerimônias de casamento.

Foi também nos anos 60 que surgiu o vestido tubinho, criado por Yves Saint Laurent.

 

Os anos 70 trouxeram um clima mais leve para a moda e os vestidos nessa época incluem novamente o comprimento longo, porém, acompanhando a tendência da década, eram feitos com tecidos mais leves e modelos menos estruturados. Também na década de 70 Diane Von Furstenberg criou o famoso vestido envelope. O modelo é muito usado até os dias de hoje.

 

“Quando o desenhei, pensei em algo que fosse sexy, elegante, feminino e, ao mesmo tempo, prático e fácil de vestir. A mulher precisava de tempo para pensar em outras coisas, em vez de só se produzir”

(Diane Von Furstenberg)

Nos anos 80 foi lançado o vestido jeans. Nesta época o jeans era tendência dominante e seu sucesso continuou por muito tempo. Até o início dos anos 2000, foi criada uma grande variedade de vestidos jeans com decotes, comprimentos e volumes diferentes atendendo aos mais variados estilos.

Atualmente, em meio a uma infinidade de modelos de vestidos, feitos com todo tipo de tecido, o que não falta é diversidade de vestidos jeans que combinam com todos os estilos.

É importante também não esquecer dos vestidos bandage, um sucesso dos anos 90, criado por Hervé Léger em 1989.

O vestido é feito com diversas tiras semelhantes a bandagens, é bem colado ao corpo e ainda faz muito sucesso entre as mulheres atualmente, sendo um dos modelos favoritos da socialite Kim Kardashian.

 

Como o gosto e o estilo se tornaram coisas muito pessoais, estar na moda vai além de acompanhar tendências da estação e de se vestir de acordo com o dresscode do momento. A moda se transformou em uma forma de expressar sua essência e seu estilo de vida.